Aspectos ambientais da profissão do internacionalista são apresentados a alunos
Os estudantes de Relações Internacionais receberam, na noite de 25 de março, no Auditório da ESAN/UFMS, palestrantes que enfatizaram diferentes aspectos de assuntos ambientais pertinentes ao curso.
Do Instituto Soka Amazônia, vieram o diretor executivo, João Carlos Santos Junior, o coordenador ambiental, Jean Dinelly Leão e a educadora ambiental Rebeca Soares.
O Instituto é uma organização sem fins lucrativos, localizada em Manaus (AM), dedicada à preservação ambiental, pesquisa científica e educação para o desenvolvimento sustentável.
Fundado pelo filósofo e pacifista Daisaku Ikeda, o instituto atua como um braço da Soka Gakkai Internacional na região amazônica, promovendo a harmonia entre o ser humano e a natureza.
Seus pilares de atuação são:
* Reflorestamento e Conservação: O instituto mantém o RPPN Dr. Daisaku Ikeda, uma reserva de patrimônio natural onde realiza o plantio de mudas nativas e o monitoramento da biodiversidade local.
* Educação Ambiental: Promove exposições, palestras e visitas técnicas para estudantes e pesquisadores, buscando conscientizar a sociedade sobre a importância vital da floresta.
* Pesquisa e Ciência: Colabora com órgãos renomados, como o INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), em projetos que estudam a flora regional e sementes florestais.
* Banco de Sementes: Possui um importante laboratório de sementes que visa garantir a variabilidade genética das espécies da região para futuros plantios.
Está localizada no centro de visitantes e a sede fica situada em frente ao Encontro das Águas (rios Negro e Solimões), um local de grande simbolismo e relevância ecológica no Amazonas.
“Os palestrante falaram sobre a importância das Relações Internacionais na preservação e conservação do meio ambiente. Destacaram a importância da carta da terra Proposta inicialmente durante a Rio-92”, explicou professora Luciane Carvalho, coordenadora do curso.
A Chefe de Campanhas e Políticas da Pan African Sanctuary Aliance, Iris Ho, graduada e mestre em Relações Internacionais, apresentou sua experiência na área e como os futuros internacionalistas podem conciliar sua profissão com a causa ambiental.
“A profissional enfatizou a importância das representações diplomáticas para a formulação de políticas no contexto global e de interesse de cada país”, disse professora Luciane.
O gestor do Instituto Nacional da Biodiversidade e Conservação, da República de Angola, Noé Pinto, destacou a necessidade de conexão global para preservação, em especial dos animais, mas de todo o meio ambiente”, explicou a professora.
“Noé enfatizou a importância do curso de Relações Internacionais para as necessidades globais”, finalizou a coordenadora.
Para a coordenadora do curso de Relações Internacionais, professora Luciane Cristina Carvalho, “as apresentações foram oportunas para os estudantes, visto que as questões relativas ao meio ambiente perpassam quase toda a agenda global.”
Continuou, “a temática está presente, por exemplo, nos acordos comerciais, na sustentabilidade e na segurança ambiental. Para os estudantes, representa uma agregação de conhecimento e de entendimento sobre as possibilidades de atuação do profissional formado em Relações Internacionais.”
Gabinete da Direção com informações da professora Luciane Cristina Carvalho
Fotos: Arquivo pessoal






